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domingo, 14 de outubro de 2012

Mal por Bem

Sabem como adoro fazer brioche e scones e arrufadas e todas essas delícias lêvedas que acrescentam quilos aos anos e me tornam cada vez mais parecida com a minha avó... Ora no outro dia, depois de horas a levedar uma massa fôfa (e enquanto fazia pizzas e um brownie para o pequeno Gabriel) lá me esqueci do brioche no forno e, só quando me cheirou a doce torrado é que o meu coração sobressaltado se recordou do descuido... Resultado: um brioche seco que não fez justiça ao trabalho nele envolvido... 

Mas se julgam que a história termina assim, sem reviravolta ou sem mais argumento, enganam-se. Do brioche torrado, qual Fénix renascida, surge um pudim que, esse sim, justificou as horas de trabalho do fermento. Uma receita destas pode ser a salvação de qualquer pão, doce ou não, que não suba às expectativas dos seus comensais. 


PUDIM DE BRIOCHE COM UVAS




Ingredientes

12 fatias de brioche (pode ser pão, brioche feito em casa ou de compra, bolo seco, etc.)
Manteiga q.b.
3 ovos
  • 1 e 1/4 chávena de açúcar
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 1 e 1/2 chávenas de leite
  • 1 Iogurte (usei um cremoso com amoras)
  • Uvas inteiras

  • Pré-aquecer o forno a 160ºC.
  • Untar um pirex de forno com manteiga e dispôr as fatias de brioche no tabuleiro como desejar. Podem colocar-se lado a lado ou partidas aos bocados ou ainda cortadas aos cubos. Eu untei as fatias com um pouco de manteiga.
  • Numa taça, bater os ovos com o açúcar e adicionar os restantes ingredientes (excepto as uvas), misturando bem. 
  • Verter o creme sobre as fatias de brioche deixando ensopar bem e calcando um pouco o pão para que este absorva o máximo de líquido possível.
  • Dispôr alguns bagos de uva sobre o pudim, calcando-os bem. 
  • Levar ao forno durante 45 minutos. Retirar e deixar arrefecer. Polvilhar com açúcar e, se gostarem, com um pouco de canela.






É um pudim muito fácil de fazer e que resolve uma série de empecilhos como o excesso de pão de sobra ou a necessidade de uma sobremesa diferente para rematar um jantar com amigos. Este pudim rende muito, dependendo, é claro, das vezes que se repete...



quarta-feira, 27 de abril de 2011

À moda antiga

Nesta Páscoa, como é tradição, a família fez as malas e rumou à santa terra para se juntar à volta da mesa, como não seria de estranhar. Na terra da minha sogra, não há festa que se preze que não tenha Tijelada à sobremesa. É impensável! E tijelada feita no forno da aldeia, que assim é que tem jeito. A receita já recebeu algumas alterações desde os tempos passados. Antigamente, era feita com leite de cabra, muito mais aromático. Os ingredientes hoje não têm a mesma qualidade... D'antes é que era bom!

Só o forno permanece o mesmo. E as tijelas de barro. Mas antigamente as tijelas dormiam no forno durante algum tempo e só depois se vertia a tijelada no seu interior quente, qual ouro fundido. Hoje, para não demorar tanto, a tijelada já vai na tijela... E pronto!



TIJELADA DA SOGRA




Ingredientes

12 ovos
1 litro de leite
400 g de açúcar
2 colheres de sopa de farinha
1 colher de sopa de canela em pó
Raspa de um limão
1 colher de sopa de mel
Numa taça, misturam-se os ovos e o açúcar e bate-se muito bem, até obter uma mistura espumosa.




Adiciona-se a canela em pó, o mel e a raspa de limão. Bater bem entre cada adição.




Junta-se o leite, reservando um pouco para dissolver a farinha. Numa tacinha, dissolve-se a farinha e coa-se para a mistura anterior.




A mistura final deve ser leve e espumosa.




No forno da aldeia, a tijelada cozinhou durante aproximadamente uma hora. Num forno convencional, deverá cozinhar durante 45 minutos a 200ºC. Se necessário, deve cobrir-se com folha de aluminio para não queimar demasiado.




A crosta escura é tão saborosa quanto a própria tijelada, nada se perde. E assim temos um pudim húmido e delicioso!




Uma taça de cada vez...



domingo, 27 de fevereiro de 2011

1º ANIVERSÁRIO DO BG & Daring's PannaCotta and Florentines

E com este desafio abro alas para celebrar um ano de Blog!! Pois é... um ano já passou e tantas coisas boas ainda para fazer!!!


O desafio para o mês de Fevereiro dos Daring Bakers foi Panacotta e bolachas Florentines. E que desafio... A PannaCotta já tinha feito mas as bolachinhas não me deixaram sossegar... Mas é uma sobremesa que todos deviam experimentar.

PANNA COTTA COM NOUGAT E

TOFFEE E FLORENTINAS DE 

AVEIA E CHOCOLATE

(Nougat and Toffee Panna Cotta and Florentines)



The February 2011 Daring Bakers’ challenge was hosted by Mallory from A Sofa in the Kitchen. She chose to challenge everyone to make Panna Cotta from a Giada De Laurentiis recipe and Nestle Florentine Cookies.
 
 
Panna Cotta

240 ml de leite                                                                     240 ml whole milk
1 colher de sopa de gelatina em pó               1 tablespoon unflavored powdered gelatin
3 chávenas de natas                                                        3 cups whipping cream
80 ml de mel                                                                              80 ml honey
1 colher de sopa de açúcar                                       1 tablespoon granulated sugar
pitada de sal                                                                              pinch of salt


Numa caçarola arrefecida, verter o leite e salpicar a gelatina sobre o leite. Deixar repousar para hidratar a gelatina. Levar a caçarola ao lume e aquecer o leite sem deixar ferver. Adicionar as natas, o mel, o açúcar e o sal e deixar cozinhar até que o açúcar se dissolva, sem deixar ferver e mexendo sempre. Retirar do lume e deixar arrefecer ligeiramente.

(In a cooled pot, pour in the milk and sprinkle with the powdered gelatin. Let it sit for about 5 minutes to hydrate. Bring the milk to a simmer. Don't let the milk boil. Add the cream, the honey, sugar and salt and let it cook until the sugar is all dissolved. Remove from the heat and let it cool lightly.)


Nougat

2 chávenas de chá de açúcar                                                     2 cups of sugar
2 colheres de sopa de água                                              2 tablespoons of water
1 chávena de amêndoa picada                                              1 cup chopped almonds

Numa frigideira antiaderente, misturar o açúcar com a água e deixar cozinhar até dissolver todo o açúcar. Adicionar a amêndoa e mexer sempre até alourar. Retirar do lume, verter para um prato e deixar arrefecer. Uma vez frio, destacar para um saco e bater com um martelo de cozinha para quebrar o nougat em pedaços pequenos.

(In a nonstick pan, mix the sugar with the water and let it cook until the sugar is dissolved. Add the chopped almonds and keep stirring until the almonds turn to light brown. Remove from heat and pour into a plate. Once cool, place the nougat in a bag and beat it with a kitchen hammer so it turns into small pieces.)

Eu usei um cortador de bolacha grande, em forma de flôr, cujo fundo forrei com película aderente. Coloquei um pouco de nougat no fundo e verti panna cotta suficiente para cobrir o nougat. Refrigerei e, quando já estava solidificado, verti a restante panna cotta para preencher a forma. Refrigerei.

(I used a large cookie cutter, shaped like a flower, with the bottom lined with film. Placed a little bit of the nougat in the bottom and poured enough panna cotta to cover the nougat. Took it to the refrigerator and, once solid, poured the rest of the panna cotta to fill the mold. Again to the refrigerator.)


Molho toffee

1 chávena de açúcar                                                                  1 cup of sugar
2 colheres de sopa de água                                              2 tablespoons of water
100 ml de natas                                                              100 ml whipping cream


Numa caçarola, misturar o açúcar com a água e cozinhar até obter caramelo. Adicionar as natas aos poucos, misturando sempre. Reduzir até conseguir a consistência pretendida.

(In a pot, mix the sugar with the water and cook it until you get caramel. Add the whipping cream, little by little, stirring. Reduce until you get the pretended consistency.)

Cobri a panna cotta com o molho toffee. Ficou mesmo muito saboroso!

(I covered the panna cotta with the toffee sauce. It turned out really tasty!!)




Florentines

150 g de manteiga sem sal                                                150 g unsalted butter
160 g de aveia                                                                       160 g quick oats
230 g de açúcar                                                              230 g granulated sugar
95 g de farinha sem fermento                                                    95 g plain flour
60 ml de leite                                                                         60 ml whole milk
5 ml de essência de baunilha                                                5 ml vanilla extract
pitada de sal                                                                              pinch of salt
Amêndoa laminada                                                              Laminated almonds
150 g de chocolate para culinária                                              150 g chocolate


Pré-aquecer o forno a 190ºC.
Numa caçarola, derreter a manteiga. Retirar do lume e adicionar a aveia, misturando bem. Adicionar os restantes ingredientes, um a um, misturando tudo. Dispôr pequenas colheradas de massa sobre uma folha de papel vegetal num tabuleiro. Deixar cerca de 5 cm de distância entre cada bolacha. Salpicar as bolachas com algumas amêndoas laminadas. Levar ao forno durante 6-8 minutos. Retirar e deixar arrefecer.
Derreter o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas e espalhar uma fina camada na base de cada bolacha. Deixar secar.

(Preheat the oven to 190ºC. Melt the butter in a pot. Remove from heat and add the oats, mixing well. Add the remaining ingredients, one by one, mixing them all together. Place small spoons of dough in parchment paper over a cooking tray. Leave 2-3 inches between each cookie. Sprinkle the cookies with the laminated almonds and cook in the oven for 6-8 minutes. Remove from the oven and let cool.
Melt the chocolate and spread a thin layer on the base of each cookie. Let dry.)




As minhas bolachas cresceram para formar uma só... o que foi um bocadinho desanimador. Contudo, usei um cortador de bolachas e cortei as minhas bolachinhas certinhas... Vale tudo!

(My cookies grew to form one single and giant cookie... it was quite discouraging. However, I used a cookie cutter and cut my perfectly straight florentines... Anything goes!)


Foi um belíssimo e saborosissímo desafio!!

(This was a stunning and delicious challenge!!)




Vale tudo!! E venha mais um!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Para os indecisos...

Às vezes não é fácil decidir em que receita pegar para o próximo post. Tento variar... escolher umas vezes um bolo, outras uma tarte, outras ainda um docinho de colher... mas, às páginas tantas, a indecisão consome-me e acabo por encontrar um meio-termo para resolver a situação. Hoje foi assim... faço um bolo... não, faço um pudim... mas apetecia-me um bolo... hah! mas um pudinzito... 



BOLO PUDIM


























Ingredientes

Pudim
Caramelo para untar a forma
1 Lata de leite condensado
1 Lata de sumo de laranja (a lata do leite condensado)
3 ovos

Bolo
2 ovos
1/2 chávena de chá de açúcar
1/2 chávena de chá de sumo de laranja
1 chávena de chá de farinha
1/2 colher de sopa de fermento em pó
Raspa de uma laranja

Pré-aquecer o forno a 200ºC.
Verter na liquidificadora o leite condensado, o sumo de laranja e os ovos e misturar até conseguir uma mistura homogénea. Reservar.
Na batedeira, bater as claras em castelo. Sempre a bater, adicionar as gemas, o açúcar e o sumo de laranja. Com a máquina desligada, envolver a farinha, o fermento em pó e a raspa de laranja.

Untar uma forma de buraco com o caramelo (eu usei de compra...). Verter a mistura do pudim e, em seguida, a mistura do bolo. Cobrir a forma com folha de alúminio. Colocar a forma dentro de um tabuleiro com água e levar ao forno durante uma hora. O meu podia ter cozido um pouco mais... Mas ficou uma delícia.



"A decisão será melhor quando tiveres enchido a barriga." 
Plutarco




sexta-feira, 11 de junho de 2010

Bate leve, levemente...

Já eram três, as caixas com claras guardadas no congelador. Tinha de fazer alguma coisa para resolver este problema e não cair na tentação de guardar mais quaisqueres duas ou três pobres claritas... Então tomei a decisão de não avançar com todos os projectos de receitas enquanto não despachasse as claras aprisionadas na Sibéria da minha cozinha. 

E, finalmente... livres!


 PUDIM DE CLARAS 

COM CURD DE LARANJA



















Pudim de claras:

12 claras
10 colheres de sopa de açúcar (podem ser menos)

Pré-aquecer o forno a 180ºC. 
Bater as claras em castelo e adicionar o açúcar, uma colher de cada vez. Bater até conseguir uma mistura cremosa e brilhante.
Untar uma forma com manteiga e verter a mistura, espalhando bem.
Levar ao forno durante cerca de 20 minutos. Deixar arrefecer dentro do forno com a porta aberta.

Passar o pudim para um prato de serviço e decorar com o curd de laranja.


Curd de laranja:

150 ml de sumo de laranja
250 g de açúcar
100 g de manteiga
3 ovos
Raspa de uma laranja

Numa taça, misturar os ovos com o açucar sem bater. Adicionar a raspa de laranja e o sumo. Levar a taça a banho-maria, mexendo sempre a mistura até que engrosse. Retirar do lume e misturar a manteiga cortada em pedaços pequenos. Misturar até que a manteiga se dissolva.

O curd pode guardar-se no frigorifico durante duas semanas e é um creme muito versátil que pode ser usado como recheio ou cobertura de bolos ou bolachas.

Fica uma sobremesa leve... muito leve... levíssima... 



"Começa a nascer em mim uma leveza que já me era estranha. Nos pólos do meu coração sinto as alvas espumas do mar baterem e voltarem... baterem e voltarem..."

Andressa Rodrigues





LEVÍSSIMA...

segunda-feira, 29 de março de 2010

Puro Deleite

Este fim de semana andei às voltas com as receitas de Pannacotta que encontrei... Experimentei algumas mas, resumindo e baralhando, o melhor resultado foi alcançado com uma receita aproximada à original (uma adaptação à minha maneira). 
Mais uma vez temos a Itália à mesa mas, desta feita, devido às insistentes solicitações de certas e determinadas senhoras (Zé e Isabel, esta é para vocês).

Panna Cotta significa "nata cozida" em italiano e esta sobremesa, embora discreta, marca de forma elegante qualquer refeição, seja ela mais ou menos formal. Isto é, brilharete garantido com esforço mínimo. Perfeito!


PANNACOTTA COM COULIS DE ACEROLA



















Pannacotta
8 unidades

400 ml de natas
4 colheres de sopa de açúcar
3 folhas de gelatina incolor
2 colheres de café de essência de baunilha

Demolhar as folhas de gelatina numa taça com água fria.
Numa caçarola, colocar as natas com o açúcar e deixar levantar fervura. Mexer frequentemente e deixar ferver por dois minutos.
Espremer a gelatina e adicionar às natas. Mexer sempre até engrossar ligeiramente. Retirar do lume a acrescentar a essência de baunilha. 
Verter para as tacinhas. Pode ser qualquer recipiente desde formas de pudins, taças de vidro ou pirex, copos de vidro (fazem uma óptima apresentação)... fica à sua imaginação.
Deixar arrefecer antes de colocar no frigorifico. No frigorifico ficam o tempo suficiente para solidificarem, pelo menos 2 horas.

Desenformar a Pannacotta é muito mais dificil que elaborá-la ou mesmo comê-la... Para a desenformar com sucesso, retire a forma do frigorifico com alguns minutos de antecedência. Separe a sobremesa da forma com a ajuda de uma faca e vire-a sobre o prato onde vai ser servida. Humedeça um pano com água quente e aplique sobre a forma. Mesmo com estes truques todos não estamos isentos de nos irritarmos com a maravilha calórica que queremos mostrar aos amigos... Tenha paciência  se não fôr à primeira. Sempre pode disfarçar as imperfeições com a decoração.

Coulis de Acerola

100 g de polpa de acerola congelada (1 embalagem)
1/2 chávena de chá de açúcar
Colocar a polpa num tacho pequeno juntamente com o açúcar e deixar ferver até reduzir um pouco, mexendo sempre. Coar para outro recipiente e deixar arrefecer. Servir com a Pannacotta.

Coulis é uma palavra francesa, derivada do latim "cóláre" que significa "coar". Trata-se pois de um molho feito à base de puré de fruta ou vegetais, coado no final da preparação.

Para esta receita, tentei fazer um coulis de goiaba mas o resultado não correspondeu às minhas expectativas... Não tinha nem a cor nem o sabor que eu esperava. Foi então que vi, no congelador do supermercado, estas pequenas e sorridentes embalagens de polpa de fruta. Escolhi a acerola porque não conhecia e decidi arriscar. 
A acerola ou cereja-das-antilhas é uma fruta tropical com sabor ácido, muito rica em vitamina C. Ficou divinal!

A decoração foi feita com figuras de caramelo. Muito simples de fazer! Basta preparar um pouco de caramelo numa frigideira. Quando o caramelo está a arrefecer, retira-se uma porção com uma colher e desenham-se os circulos sobre uma folha de papel vegetal. Deixa-se arrefecer, retira-se do papel e coloca-se na sobremesa.



Vamos fingir que o sol não se pôs
Fazer de conta que não é hora de voltar
Olhar para o céu e afirmar que é dia
Que esta luz não é o luar.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Saudades do Sol

Até para alguém como eu, adepta de dias frescos, este Inverno começa a parecer interminável... Dispensando aquele calor abrasador, sinto saudades de um céu azul sem hesitações, da briza com aroma a terra fértil e a vida nova e de um calmo "pic-nic" à sombra... Hummm!
Enquanto este quadro não é possível, decido tratar de aumentar mais um número e arrumar de vez com todas as hipóteses que podia ter de desfilar de bikini no próximo Verão.
Mas hoje é um dia especial! Hoje o Sol tinha de brilhar porque é o dia de aniversário do meu maninho! E estes são para ti... (Quando aì fôr levo-tos - não estes mas outros).


QUINDIM 




Ingredientes:
Para 10 unidades

200 g de açúcar
100 g de côco ralado
6 gemas
50 ml de manteiga derretida

Pré-aquece-se o forno a 220ºC.
Tão fáceis de fazer e tão fáceis de comer... 
Numa taça juntam-se o açúcar e o côco que se envolvem, de seguida, com as gemas. A manteiga derretida vai tornar a mistura mais fácil de trabalhar.
Podem utilizar-se formas pequenas para fazer pudins pequenos ou uma forma maior para fazer um pudim maior. Em qualquer dos casos, as formas devem ser untadas e polvilhadas com açúcar. (É esta mistura que confere o brilho ao pudim). Verte-se o pudim para as formas.
Cobre-se um tabuleiro de forno com um pano de cozinha e verte-se água de modo a molhar o pano na totalidade. Sobre o pano, alinham-se as formas e cobrem-se com papel vegetal (para evitar que fiquem queimados).
Ao fim de 30 minutos estão prontos!









"É muito mais doce imaginar que estamos perdoados, do que pensar que não pecámos."
Thomas Hardy








BUON APPETITO!!